Usando os Talentos para Revolucionar o Reino

Preletor: Pr. Marcelo Almeida (Vinha Internacional)

Texto base: Mateus 25:14

“Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, a cada um segundo a sua própria capacidade; e, então, partiu.

O que recebera cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.

Do mesmo modo, o que recebera dois ganhou outros dois.

Mas o que recebera um, saindo, abriu uma cova e escondeu o dinheiro do seu senhor.

Depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e ajustou contas com eles.

Então, aproximando-se o que recebera cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: Senhor, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei.

Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

E, aproximando-se também o que recebera dois talentos, disse: Senhor, dois talentos me confiaste; aqui tens outros dois que ganhei.

Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste,

receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.

Respondeu-lhe, porém, o senhor: Servo mau e negligente, sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?

Cumpria, portanto, que entregasses o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.

Tirai-lhe, pois, o talento e dai-o ao que tem dez.

Porque a todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem até o que tem lhe será tirado.

E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.”

Em todo o capitulo 24 de Mateus, Jesus começou a falar sobre o final dos tempos, como podemos ver nos versículos abaixo:

“Ele, porém, lhes disse: Não vedes tudo isto? Em verdade vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derribada. No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século.”

Mateus 24:2 e 3

E finalmente vemos em Mateus 25:14, que Jesus começa ensinar a parábola dos talentos, onde fala do Reino, ou seja, dos seus servos.

Todos nós recebemos bens de Jesus e esses bens são os talentos. O talento a que a bíblia se refere, é uma medida de ouro, uma moeda que equivale aproximadamente a 34,5 kg de ouro. Já o ouro na Palavra representa a Glória, Vida e Presença de Deus. O que significa que todos nós recebemos uma medida de unção, de presença de Deus dentro de nós.

Mas, essa unção e presença de Deus que recebemos não são para ficar parada, nós temos uma ordem: Negociarmos essa medida de glória!

Para multiplicar o dinheiro, é preciso gastar. Um investidor não esconde o seu dinheiro, mas o gasta, com a finalidade de se multiplica-lo. Logo, temos que gastar a medida de presença de Deus que recebemos.

Já que todos nós recebemos a glória de Deus dentro de nós, o que  temos feito com ela? Será que estamos sendo como o servo fiel que multiplicou seus cinco talentos, ou estamos como o de um talento que por medo o enterrou?

Quem são as pessoas de um talento?

São as pessoas que não fazem os investimentos, que se acovardam na hora de negociar os talentos, que se recusam a sair do círculo de previsibilidade e segurança, ao invés de se lançar na total dependência do Espírito Santo. São aquelas que se autopreservam e são pessoas problemáticas.

Escondemos nosso talento quando vemos pessoas precisando de oração, de uma visita, de ajuda, e preferimos passar a responsabilidade para terceiros. Quando não acreditamos na Palavra que o Senhor nos disse, de que temos uma medida de glória e de unção, e assim fazemos dEle mentiroso.

Todos nós temos limitações, mas não as use como desculpa.

A real glória não é de uma pessoa que tinha cinco talentos e multiplicou por mais cinco, ou daquele que recebeu dois e multiplicou mais dois; mas a glória é uma pessoa que tem somente um talento, e mesmo com as suas dificuldades, impossibilidades, problemas, limitações, conflitos, enfim, chegar diante do Senhor e apresentar tudo aquilo que foi conquistado porque creu na Palavra e gastou a unção, usou a autoridade que lhe foi dada.

Além da abundante graça que hoje Deus nos dá, haverá naquele dia galardão, que somente receberão aqueles que não foram covardes, não se amedrontaram, não preservaram suas vidas, mas se lançaram na completa dependência de Deus.

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